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Busca de emprego: redes sociais influenciam 44% dos recrutadores no Brasil

Pesquisa da Robert Half aponta ainda que 46% das empresas no País validam as referências profissionais dos candidatos
Se as redes sociais representam um excelente caminho para encontrar o emprego ideal, esses ambientes também podem criar uma barreira para quem busca uma vaga. Isso porque, uma pesquisa mundial realizada pela empresa de recrutamento Robert Half aponta que, no Brasil, 44% dos responsáveis pela área de recursos humanos desclassificariam um candidato por conta de informações negativas ou fotos inadequadas no Facebook, Twitter, Orkut, entre outros.
Entre todos os países consultados no estudo, o Brasil aparece como o local no qual as redes sociais têm a maior influência na análise de um candidato a uma vaga de emprego.


Outra peculiaridade do processo de recrutamento de profissionais no mercado brasileiro é que, no País, costuma-se verificar as referências dos candidatos, seja por telefone ou pela internet - a partir de sites como LinkedIn. De acordo com o estudo, 46% dos profissionais de RH sempre confirmam as informações passadas pelos profissionais, enquanto que 43% só fazem essa checagem após a entrevista de emprego.

Essa preocupação dos recrutadores pode estar ligada ao fato de que, no Brasil, 42% dos executivos da área de Recursos Humanos acreditam que os profissionais nem sempre colocam informações corretas no currículo. Quando questionados sobre os itens nos quais os candidatos costumam mais exagerar, a maioria dos entrevistados (48%) citou a real experiência profissional; já 46% apontaram o conhecimento de línguas; e 42% destacaram que os profissionais tendem a mentir na hora em que falam sobre os motivos pelos quais deixaram o trabalho anterior.

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