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Cinco crenças erradas sobre infecção por virus na internet

Não culpe sempre o correio eletrônico e redes as P2P; estes são alguns dos enganos mais habituais que põem em jogo a segurança dos computadores na rede.
Noventa por cento dos usuários consideram que é fácil identificar um PC infectado com vírus ou malware. E alguns mais consideram que os vírus geram abrem janelas, deixam lento ou paralizam o computador. Entretanto, segundo G Data (Soluções de segurança online), a realidade é justamente contrária, e confeccionou uma lista com as cinco crenças errôneas mais comuns entre os usuários, em matéria de segurança na internet.


Um estudo da companhia de segurança realizado a 15.559 internautas em 11 países diferentes demonstra que a maior parte dos internautas não têm
consciência real dos perigos de internet e mantém como certas uma série de verdades obsoletas. Assim, 58% dos internautas ignora que basta carregar uma Web adulterada para infectar o PC ou sustenta  equivocadamente que o correio eletrônico é a principal via de entrada de malwares.


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1-  Sinais do PC - A primeira crença errônea é que um PC infectado oferece sintomas claros de alojar malware, 93% dos internautas considera que um PC infectado é fácil de detectar pelo o próprio usuário: bloqueia-se por completo, funciona mais lento ou gera indiscriminadamente janelas emergentes ou 'pop-ups'. Só 7% sustenta que em caso de contaminação não se perceberia nada estranho, que é precisamente o que realmente acontece na maioria dos casos.

Segundo a G Data, faz já muitos anos que os que começavam os 'hackers' deixaram de desenvolver vírus como forma de notoriedade e demonstração de suas habilidades informáticas. Hoje em dia são "profissionais" qualificados cujo objetivo é justo o contrário: passar totalmente desapercebidos para fartar-se com um banquete de dados pessoais ou acrescentar o PC da vítima a alguma das redes de zombis que se alugam na internet. Para consegui-lo, necessitam que a infecção passe totalmente desapercebida para o usuário.

2- Pagras via email - O segundo mito é que o correio eletrônico é a principal via de entrada de malware. Esta hipótese ficou tão obsoleta como a primeira, mas segue sendo válida para 54% dos internautas. É verdade que com os populares "Melissa" e "I love you", o correio eletrônico foi a via mais freqüente de difusão de malware em arquivos anexos infectados que acompanhavam um convite para que a vítima os abrisse.

Entretanto, este sistema de infecção ficou antiquado e os ciberdelinquentes utilizam outras formas de chegar a suas vítimas, principalmente por redes sociais e pela manipulação de sites Web que só necessitam uma visita para infectar o computador, este constitue hoje o fator infeccioso que mais se repete.

3- Infectar só por visitar - Em terceiro lugar, a crença de que não se pode infectar um computador só de visitar uma página Web. A companhaa assegura que faz já anos que se pode infectar um computador através das que se denominam como descargas silenciosas ('drive-by-download') e que para consegui-lo basta só carregar uma página Web convenientemente preparada pelos ciberdelinqueentes, um tipo de ataque que se pratica em grande escala. Entretanto  48% dos pesquisados ainda não conhece esta realidade.

4- Redes P2P - O quarto mito mais divulgado entre os usuários é que as plataformas P2P e os sites de descarga de torrents são principais aspersores de malware. Para G Data é indubitável que as plataformas de intercâmbio de arquivos movem grande quantidade de arquivos e que parte deles são arquivos infectados ou malwares. Entretanto, a maior parte dos programas nocivos se propagam mediante páginas Web adulteradas, embora quase 50% dos internautas pesquisados consideram os sites P2P como os principais propagadores de malware.

5- Páginas de conteúdo adulto - A quinta e última lenda urbana é sobre às páginas de pornografia, que tendem a ser consideradas mais perigosas que o resto, 37% dos pesquisados considera que há maior perigo de infecção na Web com pornografia que no resto de sites Web, possivelmente pela reputação duvidosa do conteúdo pornográfico. A realidade, entretanto, pode ser a contrária, segundo a G Data. A indústria do porno gera muito dinheiro e o proprietário de uma Web dedicada a explorar estes conteúdos vive de seu correto  funcionamento e, por isso mesmo, encarregam sua programação, manutenção e segurança a profissionais.

Com os dados do estudo, G Data chegou à conclusão de que embora é certo que os usuários conhecem que há riscos em internet, 90% tem a errônea crença de que os vírus e infecções na rede são fáceis de detectar. O fato de não proteger o computador por não detectar anomalias é um perigo posto que as tendências mudaram e os vírus não manifestam sua presença. Por este motivo, os usuários devem aumentar as medidas de proteção em seus equipamentos e redes, com bons antivirus e antispywares e acima de tudo muito cuidado com os sites que acessa.

texto original: abc.es


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