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Microprocessador Intel de + de 50 núcleos.

Knigths-Corner
O primeiro da série de microprocessadores MIC da Intel, o chamado Knights Corner, pode inaugurar uma nova época. Com o tamanho de um microprocessador convencional, e mais de 50 núcleos pode gerar 1 teraflop de poder de processamento em uma estrutura de 22nm.

"Ouvimos falar todo o tempo de tecnologias e infra-estruturas que se renovam constantemente, evoluindo o que hoje conhecemos ...

como informática de uso maciço, mas só alguns desenvolvimentos são o suficientemente importantes para revolucionar, ao menos em parte, o computador como é hoje."
 Os microprocessadores têm muito ha ver nesta área, onde assistimos com "assombro - nós da epoca do 2,3 e 486" micros de 2, 4, 6 e até oito núcleos, mas quando falamos do futuro os dedos da mão não nos dão para contar os núcleos que Intel conseguiu introduzir no Knights Corner. A Intel conseguiu acoplar (mais de) cinqüenta núcleos de processamento em um mesmo microprocessador sem que o tamanho saia dos padrões que atualmente vemos para os microprocessadores terrestres, "porque este é de outro planeta".
 
Vinte e dois nanómetros é  que mede estrutura deste novo microprocessador que a Intel apresentou na SC 11 (International Conference for High Performance Computing, Networking, Storage and Analysis) e que promete ultrapassar a modesta quantidade de 1 TFLOPS de operações de ponto flutuante. Este sistema de processamento de sonho está incluído na arquitetura MIC (many integrated core) da Intel e se encarregará de tarefas de alta complexidade computacional como topografia, sismografía, simulação de cenários e as mais diversas atividades que um superprocessador pode desenvolver. O  Knigths Corner, seria o primeiro produto manufaturado com a etiqueta da arquitetura MIC, que promete compatibilidade com o padrão x86.

A notícia não pode evitar a comparação com o acontecido em 1997, quando Intel alcançou pela primeira vez o teraflop através do uso de  9.680 processadores Intel Pentium Pró como parte do projeto ASCI REDE System do Laboratório Sandeu. Assim tudo o que podíamos fazer há uma década e meia com quase 10.000 processadores, hoje está em nossas mãos, na palma da mão com um só processador. O que este desenvolvimento implica para a computação do futuro é realmente assombroso, pois só terá que pensar na multiplicação do poder de um supercomputador se em vez de utilizar 1.000 processadores, utiliza a mesma quantidade mas de supermicroprocesadores como o Knigths Corner e seus mais de 50 núcleos ocupando muito menos espaço, para o mesmo nivel de processamento.
 


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