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A solução para o problema dos smartphones - Baterias de Silicio.

Uma equipe de engenheiros da Universidade de Northwestern (EUA) está trabalhando em um projeto para desenvolver baterias que poderiam durar até uma semana e que se carregariam em apenas 15 minutos. 

"Hoje em dia as baterias são um dos principais problemas dos smartphones. Desde o lançamento de iOS 5, a Apple enfrenta ...

um problema que faz com que a carga da bateria dure apenas umas poucas horas, eté o momento a companhia não conseguiu solucionar esta situação. Mas embora se solucione, o certo é que, até com um uso moderado, os smartphones dificilmente conseguem superar um dia sem precisar ser recarregados".

Esta situação pode ser resolvida graças a uma equipe de engenheiros, que espera conseguir baterias que durem até dez vezes mais e se carreguem até dez vezes mais rápido.

Esperam fazê-lo graças a um material muito presente na tecnologia de hoje em dia: o Silício. Conforme explicam na página da própria Universidade, as baterias de íons de lítio, presentes na maioria dos dispositivos, funcionam graças a uma reação química que acontece quando os ínes de lítio são enviados entre os dois extremos da bateria: o ânodo e o cátodo. Quando se utiliza a energia viajam do ânodo para o catódico através do eletrólito. E quando a bateria se carrega, viajam na direção contrária. Portanto, o rendimento depende de dois aspectos. Por um lado, a capacidade de energia (quer dizer, o tempo durante o qual a bateria pode manter a carga) está limitada pelo número de íones que podem armazenar-se no ânodo ou o catódo. Por outro lado, a velocidade de carga depende da velocidade a que viajam os íons de lítio do eletrólito até o ânodo.

O problema está em que nas baterias atuais o ânodo é feito de várias capas de grafeno. Este material está apoiado no carbono e só pode armazenar um átomo de lítio por cada seis átomos de carbono. Entretanto, o silício suporta até quatro átomos de lítio por cada átomo. Por sua parte, o processo de carga é mais comprido com o carbono pela forma de suas capas. Embora seja muito fino (um átomo de grossura) é muito comprido, e os íones de lítio devem chegar a todos as extremidades para terminar o processo.

Deste modo, combinando esses materiais, a equipe de engenheiros, liderado pelo Eng. Harold Kung, está perto de conseguir estas ‘superbaterias’.

Que podem estar disponíveis em um prazo de entre três e cinco anos, e poderão ser usadas tanto em dispositivos pequenos (como reprodutores MP3), ou maiores como em carros elétricos.

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